Reconectar, unir e superar.

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Concelho do Cartaxo2021-03-26T19:30:40+00:00

As notícias do concelho do Cartaxo

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Informação para investidores

Poderá dizer-se que as dificuldades e as oportunidades que o Concelho do Cartaxo enfrentará nos próximos 10 anos são as que se apresentam, em geral, às regiões envolventes da Área Metropolitana de Lisboa, e em particular à Lezíria e ao Oeste, e que dizem respeito às condições do seu desenvolvimento e modernização num quadro de crescente influência e dependência da AML com o inevitável crescimento demográfico e alteração das condições e dos modos de vida tradicionais mas também com o risco de perda das identidades regionais e locais.

Neste contexto, o Concelho do Cartaxo é o que, na Lezíria, está mais exposto à influência metropolitana e à rápida integração nas dinâmicas de crescimento metropolitano, não só pela sua maior proximidade geográfica mas, sobretudo, por se localizar no principal corredor de transportes rodo / ferroviários que liga Lisboa ao Centro e Norte do pais e à Europa. Assim, a proximidade a Lisboa e as boas condições de acessibilidade de que o Concelho do Cartaxo já dispõe, reforçadas com a recente construção do nó na A1, com a construção da ponte do Carregado criando uma nova ligação ao Sul através do IC-11, e com a modernização da Linha do Norte, constituem os factores determinantes das condições da sua integração territorial a médio prazo, com fortes impactos no seu desenvolvimento e nas inevitáveis mudanças sociais, demográficas, económicas e territoriais a que ficará sujeito (Figura 1).

Na perspectiva muito provável de se confrontar, a curto prazo, com os processos de metropolização que atingiram os territórios próximos (Carregado e Azambuja) e cujos sintomas já são perceptíveis no Cartaxo e em algumas das freguesias rurais do concelho, os problemas que muito possivelmente o município terá de enfrentar na próxima década são:

  • de crise dos modelos tradicionais da vida social, económica e cultural do Concelho, marcados pela sua histórica ligação ao campo, à agricultura e à ruralidade;
  • de “invasão” de processos de crescimento demográfico e de expansão territorial das estruturas urbanas exigidas por novos usos, a ritmos e em condições que provocarão rupturas nas estruturas territoriais existentes.
  • alteração das relações do concelho com a região envolvente a favor de uma crescente dependência do eixo Lisboa – Azambuja.
  • de crise de identidade local e regional favorecida pela perda de influência e protagonismo de Santarém na Região e da fragmentação institucional da Lezíria e do Médio Tejo, divididas entre as Regiões Centro e do Alentejo, para efeitos de aplicação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

O Município do Cartaxo enfrenta, já hoje, os desafios do reposicionamento territorial do Concelho que o alargamento da Área Metropolitana de Lisboa lhe impõe perante a fragilidade da rede urbana regional e a crise de identidade cultural e territorial do Vale do Tejo ou, se se quiser da Tradição do Ribatejo.

Assim, e tendo presente que a Área Metropolitana de Lisboa e as suas dinâmicas representam simultaneamente um risco e uma oportunidade para os territórios envolventes, propõe-se como tema central da Estratégia para o Concelho do Cartaxo para a próxima década (2008 – 2018).
Integrar o Concelho nos processos de desenvolvimento económico, social e cultural da Região mais dinâmica do País, a AML, sem perder a identidade histórica, cultural e territorial que o ligam ao Ribatejo, como condição da sua diferenciação, valorização e afirmação territorial.

Nesta linha, apresentam-se à Autarquia dois desafios políticos:

  • Liderar as mudanças em conjunto com os munícipes, e com o envolvimento e participação da Sociedade Civil, contando em particular, com os agentes institucionais, sociais, económicos e culturais que podem protagonizar os projectos de mudança.
  • Estabelecer com os outros concelhos e instituições da Lezíria e do Médio Tejo novas formas de Governança que visem a revitalização da identidade do Ribatejo, como factor de coesão territorial e de mobilização de recursos para o desenvolvimento.

Quer investir no concelho do Cartaxo, estamos aqui para ajudar-lo.

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Cartaxo – Capital do Vinho

“Cartaxo – Capital do Vinho” é um projeto lançado pela Câmara Municipal em 2002, cujo principal objetivo é dinamizar e desenvolver uma das grandes potencialidades do concelho: o vinho.
O desenvolvimento do concelho do Cartaxo esteve, desde sempre, ligado à cultura da vinha e à produção de vinhos. O projeto pretende dar a esta atividade económica o merecido destaque, assim como fortalecer outras áreas associadas ao setor, designadamente o turismo, a gastronomia e a cultura regional.
“Cartaxo – Capital do Vinho” pretende ser uma marca onde o vinho é o elo de ligação entre a tradição e a modernidade, entre o passado e o futuro.
Em colaboração com os agentes do setor, a Câmara Municipal tem reforçado este projeto com a realização de várias iniciativas, com vista à valorização dos vinhos locais, quer no mercado interno, quer no externo.
É na Capital do Vinho que a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV) – impulsionada pelo município do Cartaxo – tem a sua sede. A cidade acolhe também o mais antigo museu sobre a temática do vinho e do mundo rural existente em Portugal – o Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo –, e uma das festas mais emblemáticas do concelho é também dedicada ao vinho.
PROJETO “CARTAXO – CAPITAL DO VINHO”
Objetivos gerais
– Aumentar a notoriedade e visibilidade dos vinhos produzidos no concelho como marca inquestionável de qualidade;
– Incentivar e apoiar as empresas vitivinícolas e setores relacionados a tornarem-se mais competitivos para estarem preparados para os desafios futuros;
– Valorizar a qualidade de vida do concelho, quer em termos económicos, quer infra-estruturais, que proporcionem o incentivo de novos investimentos na região e a fixação de pessoas no concelho, gerando maior riqueza.
CARTAXO – UM CONCELHO ONDE SE PRODUZEM VINHOS DE QUALIDADE
O concelho do Cartaxo conquistou um lugar relevante no quadro da produção nacional de vinhos de qualidade. Favorecida pelo clima e pela riqueza dos solos, a área vitivinícola do Cartaxo compreende duas zonas com características distintas: o Campo, zona de castas predominantemente brancas, e o Bairro, onde predominam as castas tintas.
Representando um dos principais alicerces de progresso e de desenvolvimento do concelho, o vinho tem uma longa tradição no Cartaxo, sendo prova disso a própria Carta Foral de D. Dinis, isentando o pagamento de impostos a todos os agricultores que plantassem vinhas nos cinco anos seguintes ao aforamento.
Referido por Gil Vicente e enaltecido por Almeida Garrett como uma das povoações mais bonitas de Portugal, o Cartaxo está entre os concelhos com maior produção de vinho da região, assumindo uma posição de destaque no que diz respeito ao vinhos da Região Demarcada do Tejo.

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